Consulta aos alunos

Destacado

Faço uma consulta sem caráter vinculativo a meus alunos no sentido de expressarem aqui qual o tipo de avaliação preferem para ser aquela a ser aplicada no final do semestre.

PARA AVALIAÇÃO SEM CONSULTA

Para as questões dissertativas ou as objetivas com justificativa somente será ofertado o espaço de 5 linhas para cada resposta.

PARA AVALIAÇÃO COM CONSULTA

Na avaliação exclusivamente dissertativa o espaço para resposta será de 10 linhas

Para as objetivas justificadas o espaço para justificar é de 5 linhas

ConJur – Andar pelado nas ruas não é direito fundamental, diz corte europeia

 

VIDA EM SOCIEDADE

Impedir alguém de andar pelado não viola liberdade de expressão, diz corte europeia

Por Aline Pinheiro

O britânico Stephen Gouch vai ter de se render e vestir, pelo menos, roupas íntimas, se não quiser continuar sendo preso. Depois de ser condenado inúmeras vezes pela Justiça britânica por andar pelado por aí, agora foi a Corte Europeia de Direitos Humanos que afirmou que a nudez em público não é um direito absoluto e pode ser restringida em prol da paz da sociedade. A decisão ainda não é definitiva e cabe recurso à câmara principal do tribunal europeu.

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ConJur – Imunidade dos livros e jornais promove cultura e democracia

COMENTÁRIO: pena que estes incentivos não são suficientes para despertar mais interesse na leitura!

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CONSULTOR TRIBUTÁRIO

Imunidade dos livros, jornais e periódicos promove cultura e democracia

Correm hoje no Supremo Tribunal Federal três ações versando o alcance objetivo do artigo 150, inciso VI, letra “d”, da Constituição, que imuniza a impostos os livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão. São elas:

● o Recurso Extraordinário 330.817/RJ, onde se discute se a referência final do comando ao “papel destinado à sua impressão” restringe a imunidade às publicações veiculadas sobre este suporte físico, com exclusão daquelas difundidas por meio eletrônico e-books e assemelhados;

● o Recurso Extraordinário 595.676/RJ, onde se debate se a imunidade alcança objetos anexados às publicações para promover a compreensão de seu conteúdo como pequenos componentes eletrônicos encartados em fascículos sobre a montagem de computadores;

● os Embargos de Divergência no Recurso Extraordinário 434.826/MG, onde se definirá se a imunidade beneficia os terceiros que prestam à editora serviços necessários à produção das publicações trata-se da incidência de ISS sobre a impressão terceirizada de jornais.

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correção de avaliação

AVALIAÇÃO DE PROCESSO CIVIL – 5º PERÍODO FAPAM – CONFORME SOLICITADO

 

Questão 1

Sobre coisa julgada. Assinale a alternativa INCORRETA

A – pode ser parcial ou total a depender dos pontos analisados na sentença. A parte não recorrida fará coisa julgada, já a parte não recorrida na fará coisa julgada.

B – a coisa julgada é tão importante que até mesmo o legislador está vinculado a ela, sendo pois, vedado legislar contra ela.

C – a função negativa da coisa julgada é impedir um novo processo já a função positiva permite que se maneje novo processo mas sua decisão é vinculada àquela primeira decisão.

D – a coisa julgada não pode ser mudada pela vontade das partes que estão sujeitas àquela decisão transitada em julgado. AS PARTES PODEM AJUSTAR CONTRA A COISA JULGADA. ELES MESMOS DERAM CAUSA A ELA E ELES PODEM MODIFICAR ATRAVÉS DE UM ACORDO POR EXEMPLO.

 

Questão 2

Ainda sobre coisa julgada. Marque a alternativa CORRETA

A – é moderno o pensamento que em uma ação de cunho coletivo as pessoas que não estiveram sujeitas ao contraditório e a ampla defesa não podem não ser afetados pela coisa julgada.

B – na tutela de direitos difusos a coisa julgada atinge somente as classes sociais mencionadas na decisão AO CONTRÁRIO!

C – tratando-se de direitos individuais homogêneos a decisão erga omnes transitada em julgado atinge toda a sociedade AO CONTRÁRIO!

D – numa ação onde existe vários devedores, tramitada somente em face de alguns, a coisa julgada se estende àqueles que não participaram no processo mas tem comunhão de interesses com os demais devedores A DECISÃO NÃO PODE ATINGIR PESSOAS QUE NÃO PARTICIPARAM DO FEITO

 

Questão 3

Sobre a coisa julgada inconstitucional e coisa julgada injusta inconstitucional. Marque a alternativa CORRETA

A – uma alegação fundamentada na segunda destas inconstitucionalidades pode afastar a execução de uma decisão que padeça deste vício, já no primeiro caso a decisão ainda poderá ser executada até final cumprimento da decisão. NÃO PODERÁ SER EXECUTADA ATÉ FINAL. FINAL DE EXECUÇÃO IMPLICA EM SATISFAÇÃO DA PRETENSÃO DO EXEQUENTE! ESTA PRETENSÃO NÃO PODE SER INJUSTA E INCONSTITUCIONAL.

B – para estes casos é necessário que o STF atue afastando uma e outra forma de coisa julgada inconstitucional. PODE SER DECLARAÇÃO INCIDENTAL

C – sendo injusta e inconstitucional uma decisão, pode ser que ela nem seja considerada uma decisão, já que afeta estes dois preceitos. No plano da existência a sentença sequer existe. CORRETA

D – no plano da validade a sentença é nula mas sua nulidade deverá ser alegada no prazo da ação rescisória. INDEPENDE DE PRAZO PARA ESTA ALEGAÇÃO SENDO INCONSTITUCIONAL PODE SER ALEGADA A QUALQUER TEMPO

 

Questão 4

Analise as afirmativas abaixo:

I – os recursos visam em essência reformar, anular, integrar ou esclarecer as decisões judiciais; CORRETO COM O APLICADO EM SALA

II – o conceito de recursos inclui segundo a doutrina majoritária: voluntariedade, taxatividade, instrumentalidade, legitimidade e objetividade; CORRETO COM O APLICADO EM SALA

III – sucedâneos internos são formas de impugnação das decisões judiciais que se dão em outros processos, que não aquele onde a decisão foi tomada; NA VERDADE SÃO OS EXTERNOS

Assinale a alternativa CORRETA

A – a objetividade não compõe o conceito de direito SIM COMPÕE SIM!

B – a afirmativa I está incompleta já que pode ser acrescentados outros objetivos dos recursos para com as decisões judiciais; COMO EXPLANADO EM SALA NÃO SE PODE ACRESCENTAR

C – na afirmativa III a imprecisão está no fato de que as decisões judiciais devem ser combatidas nos processos que foram pronunciadas e não em ações independentes. ERRADO

D – as alternativas I e II estão corretas e a afirmativa III está incorreta. CORRETA

 

 

Questão 5

Assinale a alternativa INCORRETA

A – julgada uma ação contra a fazenda pública, deverá a mesma ir ao segundo grau para análise. Trata de recurso de ofício, ou seja, o juiz remete o processo a 2ª instância mesmo se iniciativa das partes. Isto pode ser chamado reexame necessário e não é recurso propriamente dito. CORRETA

B – a correição parcial serve como instrumento para determinar que o juiz pratique um ato, ou decida uma questão. Não se confunde com o agravo, mas pode-se aplicar a fungibilidade para receber um pelo outro. CORRETA

C – o pedido de reconsideração não é um recurso previsto em lei. Este recurso é criação da doutrina que possibilita um juiz reavaliar sua decisão, ainda no prazo do recurso principal, e modificá-la. NÃO É CRIAÇÃO DA DOUTRINA. NÃO É RECURSO!

D – os embargos a execução ou impugnação a execução é forma de combate a decisão judicial mas não recurso propriamente dito. DE FATO COMBATE TANTO QUE PODEM MODIFICA-LA É FORMA DIVERSA DE RECURSO PARA COMBATER A DECISÃO.

 

Questão 6

Assinale a alternativa CORRETA

A – os recursos podem ser classificados em ordinários e extraordinários, sendo que nos ordinários o objetivo primeiro é a proteção e preservação da oba aplicação do direito. INVERTIDA A REDAÇÃO

B – o princípio da dialeticidade pode ser dividido em fundamentação vinculada e fundamentação livre. No primeiro caso limita-se somente à lógica jurídica e no segundo caso temos como exemplo o recurso extraordinário. INVERTIDA A REDAÇÃO

C – recursos independentes são aqueles que não se vinculam a nenhum pressuposto para ser manejado. Um exemplo de situação de recurso não independente é o agravo retido. CORRETA

D – no litisconsórcio facultativo o recurso de uma parte pode atingir aquela que não recorreu. LITISCONSÓRCIO UNITÁRIO!

 

Questão 7

Quanto aos efeitos dos recursos. Assinale a alternativa INCORRETA

A – o efeito obstativo é aquele comum a todos os recursos, ou seja, impede a preclusão temporal.

B – o efeito devolutivo diz respeito a levar a matéria a ser apreciada novamente.

C – o efeito suspensivo mais que evitar a execução provisória impede a eficácia da decisão em todos seus aspectos.

D – o efeito translativo permite ao julgador dar mais amplitude à parte recorrida. SERVE PARA APLICAÇÃO E VERIFICAÇÃO DE QUESTÕES DE ORDEM PUBLICA

 

 

Questão 8

Ainda sobre efeitos dos recursos, assinale a alternativa INCORRETA

A – o efeito expansivo permite que a decisão que aprecia o recurso possa atingir parte do processo que não recorreram

B – o efeito expansivo permite que a decisão que aprecia o recurso possa atingir atos processuais não impugnados pelo recurso

C – o efeito substitutivo permite que se substitua um recurso por outro desde que ambos sejam tempestivos – A DECISÃO SUPERIOR SUBSTITUI A INFERIOR

D – o efeito regressivo diz pertinente com o fato de a decisão prolatada (no segundo grau por exemplo) retorne ao juiz originário da causa.

 

Questão 9

Sobre princípios recursais. Assinale a alternativa incorreta

A – o duplo grau de jurisdição é princípio constitucional NÃO HÁ ARTIGO CONSTITUCIONAL MENCIONANDO ISTO

B – a taxatividade informa que somente existem recursos se estes estiverem previstos em lei federal

C – a singularidade diz que somente há um tipo de recurso para cada decisão

D – a voluntariedade informa que somente por própria vontade se pode recorrer.

 

Questão 10

Assinale a alternativa INCORRETA:

A – impetrado um recurso antes de iniciar o prazo para sua impetração, este recurso será considerado inexistente, mas, posteriormente, aberto o prazo, poderá interpor novo recurso.

B – a prova do preparo recursal, como regra geral, deverá ser efetuada quando da interposição do recurso.

C – por regularidade formal entende-se a necessidade de impetrar o recurso correto na ocasião certa e contra a decisão que caiba o recurso eleito. ERRADA! REGULARIDADE FORMAL É A APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO JUNTO A UM AGRAVO DE INSTRUMENTO.

D – o juízo de mérito recursal analisará as questões formais e de conteúdo da decisão da qual se recorre.

O que acontece com o seu corpo quando você morre?

Vejam a cronologia de acontecimentos ao final da matéria.. comentaremos em sala de aula

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O que acontece com o seu corpo quando você morre?

SUPERINTERESSANTE  | De Otavio Cohen & Karin Hueck

Quando Steven Thorpe chegou ao Hospital Universitário de Coventry, no Reino Unido, a equipe médica disse à família que não havia mais nada a fazer. O adolescente de 17 anos havia sofrido ferimentos gravíssimos na cabeça em um acidente de carro e os danos no seu cérebro eram irreversíveis. O diagnóstico era morte encefálica. Mas a família não perdeu as esperanças. O procedimento que comprova a ausência total de atividade cerebral foi realizado mais 3 vezes, até que o quinto exame revelou ondas cerebrais fraquíssimas — o que significava uma chance de sobrevivência. Duas semanas depois, Steven acordou do coma e começou a se recuperar. O caso, que chamou a atenção da medicina em 2008, mostra que o limite entre a vida e a morte é mesmo tênue.

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ConJur – Decisão penal não está sujeita a recurso de natureza processual civil

AGRAVO NEGADO

Decisão penal não está sujeita a recurso de natureza processual civil

29 de outubro de 2014, 12h24

Decisão de natureza penal não está sujeita à interposição de recurso de natureza processual civil. Esse foi o entendimento adotado pela 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região para manter decisão que, ao analisar representação criminal proposta pelo Ministério Público Federal, não reconsiderou a decisão que decretou a suspensão de autorizações de desmatamento pelos empreendimentos desenvolvidos por uma madeireira.

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Black Blocs

PRIMEIRO TEXTO

As lições da história servem para que as gerações que sucedessem aos acontecimentos aprimorassem seus modos de agir. A história é uma professora com a melhor didática existente: a prática e o registro dos fatos.

 

Assim, quando vemos os erros estratégicos cometidos na China pelas dinastias dominantes nos idos dos anos 500 antes de Cristo Sun Tzu que a muito assistiu e participou das batalhas, levou a cabo de registro num livro escrito em retalhos de bambu o celebre “A Arte da Guerra” livro que se tornou de cabeceira de vários estrategistas dentre eles Alexandre o Grande. Mas Alexandre também foi versado na academia de Aristóteles e lá recebeu instruções advindas das guerras do Peloponeso. Tudo isto a lhe dar mais subsídio para suas batalhas memoráveis. Os imperadores romanos e líderes do Oriente sempre mantiveram em suas companhias livros e relatos das história para lhes servir como um segundo batalhão (o do conhecimento) para colaborar nas batalhas. Num salto histórico cito Napoleão Bonaparte que reuniu ainda mais conhecimento histórico para levar a França a um império que assemelhou-se ao Romano em extensão. A história apenas registra e nos ensina que impérios sempre ascendem e um dia acabam. O império de Napoleão Bonaparte durou apenas enquanto ele viveu. Sua derrota foi uma tentativa de abandonar os ensinamentos antigos e inovar na arte estratégica da guerra. Tal fato lhe custou a vergonhosa campanha na Rússia onde foi derrotado pelo “General Inverno” (dado o frio no local seus 600.000 soldados foram derrotados por apenas 120.000 russos). E mais tarde a célebre derrota em Waterloo. As primeiras e segundas guerras mundiais foram um manancial de estudos e aprendizado sobre estratégias, meios e modos de guerrear. Destes acontecimentos todos os melhores exércitos são aqueles que melhor fazem a leitura dos textos deixados historicamente.

 

Daí poder dizer sem sombra de dúvidas que quanto mais instruído historicamente for uma nação e seus cidadãos maior será a possibilidade de lutas bem sucedidas.

 

Atualmente vemos que o mundo está retornando as batalhas campais. E agora não mais nas pradarias de beiras de rios ou planícies estrategicamente escolhidas para as campanhas. Hoje os cidadãos lutam nas praças públicas acompanhados de seus notebooks, celulares, tablets e tudo mais que possibilitar um registro em tempo real de seus atos. São as batalhas da “Geração Z”.

 

Contudo esta geração dos nascidos na década de 90 até 2010 não tem a acuidade de recorrer a história para fazer suas batalhas e na tentativa de fazerem eles mesmos suas lutas nos meios e modos criados no fogo das batalhas tudo sai pela contramão do planejado. Para a reunião do séquito de soldados (que agora recebem o nome de manifestantes) usam redes sociais (facebook) e vão de camisetas bem desenhadas para as ruas. Alguns marginais reúnem-se ao grupo para praticar seus atos de vandalismo. Isto está na mídia.

 

Agora uma pausa na nossa leitura par uma informação histórica: Passeatas e manifestações sempre ocorreram e se perderam nas histórias já que poucos se ocupam em revisitar os textos que as contam. Mas o nome “greve” indicando paralisação, revolta ou manifesto de determinadas pessoas deu-se na França em vários momentos onde as pessoas revoltadas com alguma situação iram manifestar-se durante os espetáculos das decapitações pela guilhotina. Foi nesta praça que se instalou a primeira guilhotina na França e o primeiro protesto foi pela decepção ante a rapidez da execução dos condenados! As pessoas queriam que os suplícios durassem mais tempo. A partir daí todas as reclamações eram efetuadas quando se tinha alguma execução: “Aller à la place de Grève!” diziam. Mais tarde, quando alguma pessoa reclamava com a outra de determinado fato, seu interlocutor apenas respondia: “à Grève!”, referindo-se à praça. E daí surgiu o nome.

 

O que quero salientar aqui é a pobreza de conhecimento de alguns black blocs do Brasil! Revisitando os últimos acontecimentos onde manifestações são feitas por populares cito duas de grande importância para um contraponto a estas marchinhas efetuadas ao modo tupiniquim. Uma na Islândia e a atual na Ucrânia.

 

Na Islândia em 2008, bastou que a população fizesse a “revolução das panelas” na praça de Reykjavík, que o barulho bastou para que a força fosse demonstrada e o governo caísse sem o uso de armas ou qualquer tipo de violência. Pelas redes sociais foi elaborada uma nova constituição. Pessoas escolhidas aleatoriamente compuseram um Comitê Constitucional e terminaram a redação desta Lei Maior que ficou apelidada de “Wikconstituição” em referência à sua publicação oficial que se deu com a sua inscrição na Wikipédia.

 

A revolução que estamos vendo em tempo real, ou seja, o levante dos ucranianos contra o governo que se recusa a aliar ao bloco europeu para melhores condições comerciais ao país, submetendo-se ao “imperialismo” russo de Putin. Desta vez pessoas morrem e a praça construída para celebrar a independência do país se transformou num campo de batalha como poucos se vê ou se viu. A população devidamente armada, aparelhada com coletes, coquetéis molotov, barricadas de pneus, paralelepípedos retirados das calçadas e empilhados em paredão, acampamentos organizados, revesamento de manifestantes. Os grandes estrategistas ficariam orgulhosos ao ver a organização e precisão técnica destas pessoas comuns agindo como exímios soldados. E agora o governo já dá sinais de ceder a estas pressões e se dar vencido pela vontade popular. O espaço público foi tomado e massa está determinando suas ordens.

 

E no Brasil? Cada qual a seu modo manifesta-se como pode. Mas parece que o brasileiro Z não mais coloca as mãos nos livros para tomar conselhos com a história. Basta ver que o Brasil ocupa a 47ª posição no ranking mundial de leitura. Já a Ucrânia junto da sua vizinha República Tcheca fica em 5º lugar. A Islândia em 7º lugar. Isto retira das prateleiras de leitura dos black blocs brasucas obras como “A Desobediência Civil” de Henry David Thoreau, “A Revolução das Mulheres” de Aristófanes, “Os Miseráveis” de Victor Hugo, “Métodos Militares” de Sun Pin, além dos fatos que já citei acima. Sem contar as histórias narradas Heródoto dentre elas o hollywoodiano filme “300”.

 

Tivéssemos mais leitura, mais lições com a história, e não somente a nossa que ainda é infantil pois iniciou-se precariamente em 1500 quando o mundo já estava formado, teríamos melhor sorte nas nossas batalhas.

 

Fica a dica para os garotinhos e garotinhas que querem fazer história nas nossas praças.

SEGUNDO TEXTO

Já coloquei neste espaço uma ponderação àquelas manifestações de junho de 2013 quando jovens foram às ruas pedir que as passagens de ônibus circulares de São Paulo não fossem reajustadas em R$ 0,20. Daquele manifesto surgiram nas redes sociais vários outros encontros, na sua maioria sem líderes designados e foram borbulhando pelo país se insurgindo contra a ordem política e econômica constatada e severamente criticadas pelos movimentos de então. Alguns que possuíam líderes foram perseguidos e alguns presos. Coisas próprias de atos como estes. Mas são prisões assim que geram lideranças e mártires do processo revolucionário.

Fiz algumas recomendações de leitura.

Desejei sorte para que vingassem de forma efetiva seus intentos. Que a bela união em torno do um ideal prosperasse e encontrássemos um novo Brasil para a geração Z ou seja lá que outra letra possam utilizar.

Mas parece que não deu muito certo. Ao final do movimento alguns jovens foram resgatados das manifestações aos puxões de orelha por severos pais que sabem colocar a ordem e o rigor em suas casas. Outros garotos que não sabem mais que algumas séries enlatadas das TVs norte americana ficaram sem saber como proceder. Eles não sabiam nada, a não ser que o os zumbis mordem e contaminam pessoas. Sabem apenas que rir de imbecilidades daquele humor estranho dos estadunidenses é um reflexo que seguem sem saber o motivo de estar rindo.

Nas ruas ficaram sem eira nem beira. Desacostumados com os contatos pessoais e reais, quando viram o suor escorrer pelos seus rostos na fuga dos gazes lacrimogêneo da polícia militar, ficaram como galinhas recebendo a visita de uma raposa: pandemônio total. Até que tinham receitas de como se livrar dos gazes lançados pelas forças de pacificação da mão forte do exército e demais polícias, mas a receita novamente, veio do ctrl C ctrl V da internet e não foram bem sucedidos. Blusa de algodão absorve e retém o gás “espanta malandrinhos” e se queimaram todos. Chamavam estas marcas de “batismo de protesto”! Pobres coitados.

De tudo que procuravam protagonizar nas ruas o resultado foi – mesmo que apertado – a manutenção do governo no poder. Reeleição de deputados e mais senadores que sempre tiveram no cenário “politiqueiro” do país.

Até o célebre Paulo Maluf teve votos suficientes para ser reeleito.

Parece que os meninos brasileiros não fizeram bem a lição de casa ou o Google não forneceu as respostas corretas para o sucesso da empreitada.

Caíram no ridículo. Agora são chamados de ignorantes e de pessoas que não sabiam o que queriam da vida. De “nerds” que sabem apenas “discursos coxinhas” (procurem esta expressão no Google e vão rir muito) que não levaram a absolutamente nada!

Qual o porquê disto? As redes sociais apenas agigantam as coisas. O “viral” se espalha a cada instante levando um sem fim de seguidores que abestalhadamente (característica da pessoa besta – boba)  acrescenta seu abestalhado existir. Cresce, pois, o abestalhamento. E com isto apenas restou bobinhos desaculturados falando abobrinhas que não os levaram a nada, a não ser ao descrédito.

Hoje os políticos riem destes meninos. Qualquer outra tentativa de pleitear por meio do protesto alguma coisa, já nascerá sob o manto do descrédito: “estes meninos não sabem o que querem! Lembra de 2013? Não aconteceu nada!” Frase lastimável para se ouvir!

Mas ainda há chances de contornar a derrota da batalha de 2013 refletida em muito agora nas eleições. Fazer a coisa certa é o melhor negócio.

Qual a coisa certa? Largar os enlatados televisivos e da rede de computadores que escraviza e meter as caras nos livros clássicos que não foram compilados por simples nerds que vivem chafurdados nos seus apartamentos diante de telinhas HD com joguinhos de ultima geração. Livros e textos da mais fina lavra, dos mais sábios que não estão disponíveis facilmente pelo dominador Google. `

Quando de meu primeiro texto comentando estes Black Blocs recomendei alguns que ficaram – ironicamente – disponíveis naquele primeiro texto.

 

 

 

 

ConJur – Celso de Mello anula julgamento por falta de intimação de defensor

Interessante nulidade que discutimos em sala de aula!

Peço aos alunos que levem estes noticiários para debate com os colegas!

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DEFESA CERCEADA

Celso de Mello anula julgamento do STM por falta de intimação e sustentação oral

24 de outubro de 2014, 14h02

A falta de intimação pessoal do defensor público para o julgamento de Habeas Corpus prejudica o princípio constitucional da ampla defesa. Por isso, a falta de intimação pessoal gera nulidade processual absoluta. Seguindo esse entendimento, o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, anulou decisão do Superior Tribunal Militar que, sem intimar o defensor, condenou um soldado da aeronáutica pelo crime de abandono de posto.

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G1 – DESAFIOS: Reeleita, Dilma indicará ao menos seis nomes para o STF – notícias em Eleições 2014

DESAFIOS: Reeleita, Dilma indicará ao menos seis nomes para o STF

Além de cadeira de Joaquim Barbosa, outras cinco vagas abrirão até 2018.

Analistas não veem submissão, mas defendem escolha mais transparente.

Renan Ramalho e Nathalia Passarinho

Do G1, em Brasília

Reeleita para mais quatro anos de mandato, a presidente Dilma Rousseff terá como uma de suas tarefas obrigatórias no próximo mandato a nomeação de ministros para o Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte do Judiciário brasileiro. Até o fim de 2018, ela deverá indicar os substitutos do ministro Joaquim Barbosa, que se aposentou em julho, e de ao menos outros cinco que completarão 70 anos entre novembro de 2015 e outubro de 2018 e terão de se aposentar compulsoriamente.

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Suzane von Richthofen se casa com sequestradora em presídio de SP – 28/10/2014 – Cotidiano – Folha de S.Paulo

Interessante caso para verificação psicopatológica da Suzane.

Comentaremos em sala!

A NOTÍCIA:

Agentes penitenciários descrevem Suzane como a “Marcola de saias”, numa alusão ao principal chefe do PCC, Willians Herbas Camacho, pela forma como a detenta consegue persuadir as demais.

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